terça-feira, 21 de julho de 2015

06/07/88

Meus poemas
Escorrem entre
Meus dedos.
Etéreos como pensamentos
Vão escorrendo
Pelos meus olhos
Boca e ouvidos.
Vão por serem palavras,
E palavras formando mensagens
Que tem de alcançar
O mais baixo recanto do universo,
Por isso escorrem
Sem que eu faça nada
Para mantê-las aqui.

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